opinião

Fusion Drive, tomei coragem

Vocês sabem o meu setup de produtividade: MacBook Pro 15″, iPad e iPhone.

O iPhone está sempre comigo. Quando quero uma pouco mais de conforto, levo o iPad. E se precisar de algo específico levo o MacBook Pro.

Um dos motivos de ter MacBook Pro e não um iMac e um MacBook Air, pare ter alguma mobilidade, é a falta de paciência gerência dos arquivos. Precisaria saber o que está aonde para poder levar caso fosse precisar.

Com isso acabo precisando de bastante espaço em disco no MacBook Pro. Já pensei em usar um HD USB e até mesmo colocar outro HDD no lugar do disco óptico. Mas caio no problema do gerenciamento. Eu deveria escolher o que colocar aonde.

O ideal, juntando performance e espaço seria ter um único SSD com muito espaço. Não teria o problema de ter que escolher onde colocar os dados. Mas o preço é proibitivo.

Hoje quando tive uma falha no HDD, embora tenha conseguido recuperar integralmente o disco, resolvi pensar a esse respeito e me decidi pelo Fusion Drive.

O Fusion Drive não é um HD híbrido(HDD+SSD, tudo numa mesma peça de hardware) que o sistema enxerga como um único disco.

O Fusion Drive são dois (ou mais?) discos que se comportam com um único disco. E o Sistema Operacional, o OS X, decide o que fica aonde.

O firmware do HD Híbrido decide o que fica aonde. Coisas mais acessadas acabam indo para o SSD interno. Mas nem sempre o mais acessado precisa ficar num disco rápido. Um vídeo por exemplo, não é precisa de velocidade de disco para tocá-lo já que é uma operação que é relativamente demorado. Uma série, por exemplo, tem 40 minutos.

Acredito que o OS X irá cuidar melhor do que deve ir para o SSD do que um firmware “genérico”. Mas posso estar errado.

O Fusion Drive resolve muito bem o problema. SSD de “baixa capacidade”, “barato” dando velocidade ao sistema. HDD tradicional com “muita capacidade”, “barato”, fornecendo o espaço que necessito. Custo “baixo” ao sacríficio do drive ótico.

Gastei 500 dilmas na operação.

Gustavo Faria

de um tempo em que a UFRJ formava não cientistas da computação, mas bacharéis em informática e acompanhe as Dicas do Coca.
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