opinião

Vale a pena o iTunes Match?

Pontos a se considerar:

  • Você curte música?
  • Quantas tem apenas uma conta na iTunes Store?
  • Sua biblioteca tem muita coisa pirata “compartilhada”?
  • Mobilidade é importante?

Se você respondeu sim, o iTunes Match vale a pena.

É muito barato você legalizar a sua biblioteca. Custa 25 músicas por ano! Quanto tempo você vai viver? mais 100 anos(para facilitar as contas)? Se você tiver mais de de 2500(25 músicas por ano x 100 anos), já vale a pena. Faça as contas. Esse é o principal argumento.

Agora o principal argumento para não ter o iTunes Match é ter mais de uma conta na iTunes Store. Quando você troca a conta, ele desarma o Match. É preciso configurar de novo. São uns 10 passos. Simples mas trabalhoso. E mais se você não ler o que está na tela, dependendo das suas configurações, você pode ficar impedido de mudar de conta no dispositivo por 3 meses.

Existem outras questões. O algoritmo do Match não funciona em 100% dos casos. O upload da sua biblioteca pode demorar. O limite é a sua taxa de upload. Como estou acostumado a backup remotos, isso não me assusta. Mas é algo que assusta alguns internautas.

Audiófilos com músicas de mais de 256kbps, perderam essa riqueza extra no Match. Isso porque tudo é convertido para AAC de 256kbps. O arquivo original, dentro do iTunes não será alterado. Mas se vocês estiver pensando em usar o iTunes Match como backup, isso é um limitador.

O contra-ponto é que músicas abaixo de 256 que sejam encontradas na loja terão a sua qualidade aumentada.

Dispositivos com pouca memória ganham vida extra com o iTunes Match. E não falo só do iPhone com 8GB ou 16GB, me refiro também ao Apple TV 2. Ele tem suporte ao iTunes Match.

De novo fazendo o contra-ponto. Falta o streaming via web.

E a lista é enorme tanto para um lado quanto para o outro.

Creio para reduzir o escopo da investigação e cada um chegar a sua própria resposta, devemos focar em 2 pontos:

  • legalização
  • quantidade de contas na iTunes Store

 

Gustavo Faria

de um tempo em que a UFRJ formava não cientistas da computação, mas bacharéis em informática e acompanhe as Dicas do Coca.
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